
É assim que me sinto caros colegas. Diante da imundice que chegou a campanha na disputa por uma vaga na câmara de vereadores, e mais ainda na disputa pelo cargo maior no poder executivo Mossoroense.
Acabaram-se as propostas. A campanha agora é disputada nos tribunais. Nas acusações, no jogo dos advogados. Até a “compra” de votos foi deixada de lado. É uma coisa que chega a me causar náuseas. Candidatos digladiam entre si ditando o rumo da campanha. Troca de acusações é a principal moeda de campanha. Advogados são os principais cabos eleitorais. Câmeras fotográficas e gravadores são os santinhos de outrora.
As duas principais candidatas a prefeitura de Mossoró agora se enfrentam no TRE e TSE. Ambas correm o risco de terem o registro de suas candidaturas cassadas (embora ache que isso não vá ocorrer), refletindo o baixíssimo nível a que chegou a campanha na cidade. Na mesma cidade onde pela primeira vez no Brasil, uma mulher exerceu o direito de votar.
O que mais me chama a atenção, é que o eleitor foi deixado de lado. Não existe mais aquela disputa “voto-a-voto”. O eleitor que se dane. Elas querem é ganhar, não importa como. Tanto faz nosso voto ou a decisão do juiz. O que importa é o fim, não os meios.
Envergonha-me dizer que não irei votar (ou anularei meu voto) por falta de opção. Não compartilho com as idéias de nenhum dos candidatos seja a vereador, seja a prefeito. Não compactuarei com ideais que não são os meus só para exercer o direito dever de votar.
A que ponto chegou.
E onde será que tudo isso vai parar?
Um comentário:
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